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23-32pm, don't copy.
Credito
I felt the earth move in my hands like the trembling heart
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Por que a vida és tão louca, tão impressível?
Tão triste, tão linda e ás vezes tão absurda.
~ Ana Lívia Brandão.  
Posted 11 February 2012, 3 months ago | 643 notes | reblog this post
(originally ruadasaudade / via 23-32pm)
Posted 11 February 2012, 3 months ago | 2,077 notes | reblog this post
(originally pain-of-the-grim-reaper-deactiv / via 23-32pm)
Não tenho me preocupado muito em saber para onde vou, como durante tanto tempo eu me preocupei. Não há grandes acontecimentos que sinalizem isso. Apenas sinto. Apenas confio.
~ Ana Jácomo  
Posted 11 February 2012, 3 months ago | 458 notes | reblog this post
(originally literalmente-tua / via 23-32pm)
Posted 11 February 2012, 3 months ago | 508 notes | reblog this post
(originally black-leather / via 23-32pm)
E é assim que a gente vai vivendo, sabe? Errando pra aprender. Se decepcionando pra se proteger. Se machucando pra crescer. Chorando pra sorrir. A gente cai uma vez, pra aprender a se levantar em outra. No fim, tudo que for bom, verdadeiro, tudo o que realmente nos fizer bem, permanece.
~ Tati Bernardi.
Posted 11 February 2012, 3 months ago | 18,573 notes | reblog this post
(originally rasurar / via 23-32pm)
Posted 11 February 2012, 3 months ago | 4,893 notes | reblog this post
(originally futura-esposa / via 23-32pm)
Posted 11 February 2012, 3 months ago | 23,183 notes | reblog this post
(originally -neurose / via 23-32pm)

Delicious, delicious, this way you gonna kill me.

Posted 11 February 2012, 3 months ago | 24,378 notes | reblog this post
(originally diarioimprevisivel / via 23-32pm)

Não havia guarda-roupa mais desarrumado que seus sentimentos. Não havia escritório mais organizado que seus pensamentos. E não havia jujuba mais doce que seu coração. Não havia limão mais azedo que suas palavras. Ela era uma mistura, mas uma mistura que de uma maneira ou outra se encaixava. O doce com o azedo, o bagunçado com o organizado. Ora ou outra nem ela se entendia, se sentava naquela poltrona e pensava nela mesma. Tentava se entender, tentava se decifrar. Coisa que nem sempre conseguiu, nunca conseguiu decifrar-se. Ela era um enigma sem solução, uma conta sem resultado, uma pergunta sem resposta. Nunca conseguiu se entender, sempre tentava, ao máximo, com todas as suas forças, mas nada. O resultado era sempre zero. Tinha horas que ela desistia, colocava sua música preferida pra tocar e ficava admirando a vista da sua janela. Observava diversas coisas, a vizinha a estender as roupas, as crianças brincando e seus avós sentados em um banco de mãos entrelaçadas. Sorria igual boba, aquilo era lindo. Pelo que sabia seus avós tinham se conhecido com vinte e poucos anos, e hoje aí com sessenta e poucos anos ainda estão juntos. Depois de tanto tentar se decifrar, tentar entender-se. Conseguiu saber o que queria. Queria um amor daqueles que só acaba quando os dois corações param de bater. Isabela Bastos, noitesemparis

Posted 11 February 2012, 3 months ago | 930 notes | reblog this post
(originally fixed-it / via 23-32pm)
Posted 11 February 2012, 3 months ago | 118 notes | reblog this post
(originally fuckyeahwillaholland / via 23-32pm)